Economia da Indonésia: PIB, IDH e Negócios

A Indonésia é uma nação poliglota. Graças ao consumo interno, ela tem se mantido distante da crise financeira global. O seu crescimento econômico se deve, principalmente, ao consumo nacional. Investidores nacionais e estrangeiros investem, cada vez mais no país, o que também contribui, de forma significativa, para o sólido crescimento. 

Com uma população de 264.162.000 pessoas, a Indonésia é considerada um dos países mais populosos do mundo, contendo 138 habitantes por km². 

O país é a 16º economia considerando o volume do PIB. 

A Indonésia foi um dos primeiros países do mundo a exportar petróleo, borracha e estanho. A maioria da população do país permanece vinculada à exploração florestal, à pesca e à agricultura. A produção estava centrada na exportação. No início da década de 60, para conseguir corrigir o balanço característico de uma economia colonial, o governo decidiu nacionalizar as empresas estrangeiras. 

A economia da Indonésia é mista, onde tanto o governo quanto o setor privado desempenham grandes papéis. 

Do Sudeste Asiático, a Indonésia é o país que apresenta a maior economia, e também é integrante do grupo que contempla as principais economias do mundo, o G20.  

Indicadores da Indonésia 

Confira abaixo alguns dos seus indicadores: 

PIB: o Produto Interno Bruto estimado do país (nominal), em 2012, era algo em torno de 1 trilhão de dólares. Já o PIB nominal per capita era de 3.797 dólares. O presidente da Indonésia afirmou, durante o Fórum Econômico Mundial que aconteceu em junho de 2011, sobre a Ásia Oriental que, até a próxima década, o seu país fará parte das maiores economias do mundo. 

Bandeira da Indonésia

Bandeira da Indonésia

IDH: o Índice de Desenvolvimento Humano, que foi desenvolvido pelas Nações Unidas para avaliar o progresso dos países, e que mostra, em última instância, como está o padrão de vida dos habitantes, mostra que, no caso da Indonésia, a qualidade de vida é ruim. 

Negócios: a Indonésia está ocupando uma colocação entre as principais economias de mais rápido crescimento. Quanto à gestão das autoridades tem se mostrado exemplar, fato incomum entre entre mercados emergentes. 

O setor industrial do país respondia por cerca de 46,4% do PIB de 2012. Em seguida, estava o setor de serviços, com 38,6%. Seguido pela agricultura, que respondia por 14,4% do PIB. Porém, desde 2012, o setor que mais empregou pessoas, superando as outras áreas da economia, foi o setor de serviços. Ele, sozinho, representa 48,9% do total da força de trabalho de todo o país. A agricultura responde por 38,6%, e a indústria 22,2%. O setor agrícola, por sua vez, foi o que mais empregou, superando dados históricos da Indonésia à séculos. 

Conforme os dados divulgados pela Organização Mundial do Comércio, em 2010, a Indonésia havia subido três posições considerando o ano anterior. Na ocasião, ela ocupava o 27º lugar dentre os maiores exportadores do mundo. Em 2009, os mercados para os quais o país mais exportava eram o Japão (17,28%), depois a Singapura (11,29%), seguido pelos Estados Unidos (10,81%) e, por último, a China (7,62%). Já com relação aos principais fornecedores de importação para o país eram a Singapura (24,96%), depois a China (12,52%) e, por último, o Japão (8,92%).   

A Indonésia detém grandes recursos naturais, como é o caso do gás natural, do petróleo bruto, do ouro, do cobre e do estanho. Dentre os produtos importados pelo país, os principais são máquinas e equipamentos, produtos alimentares, produtos químicos e combustíveis. Já as suas principais exportações são de petróleo e gás, madeira, têxteis, eletrodomésticos e borracha. 

Durante a década de 60, a Indonésia enfrentou uma enorme crise econômica, devido à inexperiência de um governo jovem e do nacionalismo econômico. Na ocasião, o país passou por uma grande instabilidade política, e o resultado foi muita fome e uma extrema pobreza. 

A economia permaneceu um caos até que o presidente Sukarno caiu, em meados de 1960. Na época, a inflação era de 1.000% ao ano, a infraestrutura estava em ruínas, as receitas de exportação caíram, os investimentos eram insignificantes e as fábricas estavam operando com a capacidade mínima. 

Logo que o governo de Sukarno caiu, a nova administração do país já conseguiu promover uma certa disciplina financeira para a política econômica. E isso já contribuiu de forma significativa para a redução da inflação. Eles conseguiram negociar a dívida externa, estabilizar a moeda local e atrair investimentos estrangeiros para a Indonésia

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Categoria(s) do artigo:
Negócios

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