Economia no Período Regencial

Depósitos de ouro do país não deram certo, até o final do século XVIII o foco do país retornou para as regiões agrícolas do litoral. Em 1807, como Napoleão Bonaparte fecha a capital de Portugal e o príncipe foge para as terras verde e amarela. Uma vez lá, Dom João criou a colônia como a capital do império. Por volta de 1821 os pontos na Europa tinham esfriado o suficiente para Dom João regressar a Lisboa e deixar seu filho Dom Pedro I no comando.

Quando o rei tentou no ano seguinte retornar o Brasil a condição subalterna como uma colônia, Dom Pedro floresceu sua espada e declarou a independência. O café do século XIX tomou o lugar do açúcar como produto mais importante. O boom na produção trouxe uma onda de quase um milhão de imigrantes europeus, em principal de italianos. Nasce a República.

Em 1889, o café dos ricos magnatas apoiou um golpe militar, o imperador fugiu e o Brasil não era mais um país imperial. Os cafeicultores de propriedade dominaram o país até a depressão mundial evaporar demanda no ano de 1929.

Economia do Brasil no Período Regencial

Entre os períodos descritos acima aconteceram os tempos da regência. Os livros de história do Brasil se contentam em explicar os problemas políticos da época que em termos práticos esta na disputa do pensamento conservador e liberal. A década de trinta do século XIX em terras nacionais foi marcada por conta de levantes que se levantavam para atacar os adversários em termos de ideologia. Porém, não menos importante para o período, a economia representou outra grave ameaça contra as ordens regenciais. 

Em termos práticos o cenário econômico não era favorável. Há tempos o pau-brasil tinha sumido da terra por causa da alta exploração por parte do governo. A crise do ouro trouxe a revolta de Felipe, aumento da exploração mineral representava a realidade do país no século anterior e por isso a coroa múltiplas formas para retirar lucro, caso das Casas de Fundição, por exemplo, cujo objetivo consistia de cobrar taxa sobre o valor explorado em terras nacionais, o que se equivalia a quase vinte por cento do ouro, taxa denominada “quinto”.

Trazer a religião ao país foi algo que não serviu para a econômica a níveis a se considerar. O primeiro reinado não trouxe vantagens para a colônia ou para a coroa ao ponto de ultrapassar o poder que outras potências alcançavam. Dom João quando esteve no país em fuga da França usou os recursos públicos e o país serviu de modo exclusivo para a festa de poucos membros que faziam parte da corte. Não se pode ignorar o fato de que Don Pedro aumentou o número de empréstimo com os ingleses e ao mesmo tempo fazia crescer a dívida no sentido de lutar contra as revoltas que aconteciam em terras nacionais. 

Boicote ao Crescimento: Corte Real

Até a família real chegar ao país ainda existem pouco desenvolvimentos e ganhos ao povo, caso da cana-de-açúcar e outros tipos de plantações que serviam os pratos brasileiros e portugueses. Porém, quando a corte chegou à evolução parou para servir a fome dos nobres de Portugal. Em termos práticos os políticos faziam quase tudo com a economia, menos implantar plano no sentido de crescer o país em termos econômicos.

Por exemplo, a região nordeste começou a enxergar o declínio do seu poder político e de finanças quando aumentaram os impostos dos cultivos, o que depreciou os valores e ao mesmo tempo prejudicou o ciclo da cana-de-açúcar de forma direta e quase irremediável, visto que mesmo com a Bolsa-Família o governo ainda não conseguiu retirar a carência que existe na região, em principal quando comparada com o sul e sudeste. 

Com Dívidas e Sem Indústria

Não se pode ignorar o fato de que industrializar consiste em ponto que estava longe de acontecer por diversas razões. Abandonar o trabalho escravo não fazia parte dos planos, assim como da ótica do Brasil como colônia para explorar. As máquinas eram caras e não existia número de trabalhadores com preparo o suficiente para recuperar a economia verde e amarela.

A tecnologia era insuficiente. Por exemplo, Hipólito da Costa teve que imprimir o primeiro jornal em circulação do Brasil, que chegou junto e para criticar a família real, em Londres, mesmo local no qual se refugiou para fugir de perseguição de Don João.

Com o excesso de dívidas que o país contraiu com os ingleses no sentido de explorar a colônia e pagar as dívidas da própria corte portuguesa se pode dizer que o crédito para continuar a explorar estava no fim, em principal para construir indústrias e por consequência obter crescimento sustentável para ter renda no sentido de pagar as dívidas e crescer. 

Exploração Inglesa e Problemas de Competição

Interessante notar que a maioria dos bens que entravam em consumo entre nobres portugueses e brasileiros eram de produtos que vinham de Londres, que também emprestava o dinheiro para se gastar no consumo. Resultado, a disparidade entre o poder econômico e monetário entre Inglaterra e Portugal mudou em níveis consideráveis ao passo dos ingleses serem a grande potência do posterior movimento neocolonialista;

Outro ponto que não pode ser ignorado está no cultivo do algodão que na época era visado de modo amplo para a indústria têxtil. Acontecer que a produção estabelecida em terras nacionais não se comparava com o que acontecia no sul dos Estados Unidos, que era o paraíso do produto antes de estourar a Guerra da Secessão e grupo de sulistas derrotados entrou na onda na industrialização. A competição com norte-americanos também acontecia por conta de outros setores, tais como grãos e fumo, por exemplo;

Como o setor agrícola na época regencial não caminhava na estrada linear para crescer de modo frequente estouravam pequenas revoltas contra o poder central exercido pelo governo real.

Os resultados apenas apresentaram melhoras quando o poder regencial resolveu apostar as fichas no café que em termos práticos não apenas tinha clientela com potencial de crescimento como também clientes de alto padrão financeiro. RJ e SP investiram alto na nova tendência e se tornaram potências econômicas com poder superior no Brasil. 

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