Economia Mundial Após a Globalização

A globalização econômica move economias nacionais em todo o mundo com rápido aumento circulação de bens, serviços, tecnologia e capital. Gira em torno da rápida evolução de tecnologia e ciência, assim como na divisão do trabalho. Impulsionada pela importância de rápido crescimento de informações em todos dos tipos de atividades produtivas e da mercantilização. Pode ser vista como fenômeno positivo e negativo.

 

A globalização econômica compreende a produção globalizada, os mercados, a concorrência, tecnologia, empresas e indústrias. Acontece desde os anos setenta do século XXI no âmbito do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio e da Organização Mundial que fez os países reduzirem de modo gradual as barreiras comerciais e a abrirem as contas correntes e de capital. Este boom foi responsável por economias desenvolvidas se integrarem com emergentes.

Especialistas argumentam que a globalização econômica pode ou não ser uma tendência irreversível. Há vários efeitos significativos! Existe a evidência estatística para pontos financeiros positivos, bem como as propostas de desequilíbrio de poder entre os países desenvolvidos na economia global e em desenvolvimento. Além disso, também age sobre as culturas do mundo. O termo globalização se confunde de forma usual com neocolonialismo, em principal quando se trata de comparar os países da África com as grandes nações europeias e os Estados Unidos.

Economia Globalizada: Fenômeno da Irreversibilidade

De acordo com o economista chinês Gao Shanguan, a globalização econômica consiste em tendência irreversível devido ao fato de que os mercados mundiais estão em grande necessidade de tecnologias e de ciências da informação. Com as crescentes demandas por conhecimento, Shanguan afirma que os mercados mundiais assumem “crescente divisão transfronteiriça do trabalho”, que trabalha o seu caminho para facetas de mercados de ambos os países, desenvolvidos e em desenvolvimento.

No entanto, outras correntes apontam que a globalização econômica parece ser irreversível, mas várias políticas das nações reprimem o impulso às próprias economias a se mover à frente. A teoria dos direitos econômicos conta a globalização como fenômenos irreversíveis de modo essencial.

Taxa de Crescimento e PIB Per Capital

 

 

Apesar das preocupações de analistas sobre a desigualdade entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, não há nenhuma evidência para sugerir que a desigualdade aumente à medida que cresce o comércio internacional. Em vez disso, os benefícios do crescimento da globalização econômica são compartilhados, ao passo que vários globalizadores enxergam aumento da desigualdade, em principal na China.

Aumento das disparidades é resultado das restrições à migração interna e as políticas agrícolas, ao invés de ser efeito do comércio internacional. A globalização da economia também ajudou a diminuir a pobreza no mundo. Mesmo na China, onde a desigualdade continua a ser um problema, a população pobre teve um crescimento anual de 3,8 por cento na renda. Em vários países, as pessoas que vivem abaixo do limiar da pobreza que ganham um dólar por dia diminuiu. Na China, a taxa abaixou de vinte para quinze por cento e em Bangladesh foi de 43 para 36 por cento.

 

O efeito final positivo a ser mencionado está na diferença de estreitamento entre os ricos e os pobres. Evidências sugerem que globalizadores estão estreitando a diferença de renda per capita entre os ricos e as nações globalizadas. China, Índia e Bangladesh, que estavam entre os países mais pobres do mundo nos anos noventa do século XX, têm grande influência sobre a redução da desigualdade em todo o mundo devido à sua expansão econômica.

Os Efeitos Negativos da Globalização

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) propôs uma agenda para suportar as condições para os países em desenvolvimento para melhorar a posição na economia global. Os economistas têm teorias sobre como combater as desvantagens. No entanto, as nações favorecidas continuam a controlar a agenda econômica. A fim de corrigir o dilema da injustiça social, as instituições econômicas internacionais devem conceder a voz. A solução é emitir regras globais de proteção. Ainda é difícil para os líderes das nações influenciarem nas regras globais.

Em seu artigo, Gao Shangquan elabora esse ponto dizendo que a globalização econômica de fato ampliou em vez de reduzir a lacuna entre o norte e o sul do globo terrestre. Ele está se referindo ao relatório da ONU, em 1999, a fim de mostrar que o número de países em desenvolvimento que se beneficiou com a globalização da economia está em menos do que vinte, que o défice comercial médio em 1990 aumentou 3% em comparação com a de 1970 e mais de 80% do capital flui entre EUA, Europa Ocidental e países do Leste Asiático.

O afluxo de corporações internacionais não apenas traz vantagens positivas sobre as transações financeiras globais. Algumas podem enfatizar que as empresas multinacionais elevam os níveis de ensino, bem como a saúde financeira dos países em desenvolvimento, mas isso apenas se aplica aos efeitos ao longo prazo da globalização econômica.

 

No curto prazo, os países pobres se tornarão mais pobres e as taxas de desemprego podem subir. Automação nos setores agrícolas de fabricação surge nas empresas multinacionais. Isso diminui a necessidade de trabalhadores não qualificados e sem instrução ao elevar os níveis de desemprego. Além disso, nos países em desenvolvimento, onde este fenômeno ocorre, infraestrutura para reeducar esses trabalhadores não qualificados não se estabelece.

A fim de criar melhores relações econômicas globais as agências internacionais de crédito devem trabalhar com os países em desenvolvimento a mudar como e onde se concentrar e trabalhar no sentido de acelerar a evolução financeira. Há necessidade de respeito social para todas as pessoas no mundo. A Comissão Econômica da América Latina e do Caribe sugere que, a fim de assegurar esse respeito social, as Nações Unidas devem expandir a agenda para trabalhar com maior rigor com as agências internacionais de crédito.

Apesar de seu título, as agências internacionais de crédito tendem a ser baseadas na nação. A CEPAL sugere expandir de forma inclusiva às nações e propõem que há necessidade de competitividade universal. Fatores-chave para atingir o quadro consistem na disseminação do conhecimento ao nível do Estado com a educação, o treinamento e os avanços tecnológicos.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

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