O Reino Unido

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Para o Financial Times, o Reino unido está mais pobre do que pensa estar, uma das constatações mais importantes a respeito da crise financeira e ficará ainda mais pobre pelo efeito devastador sobre as finanças públicas de empresas recuperadas, pois em tempos de paz, nunca teve um déficit tão elevado. Para as autoridades do Tesouro, o Reino Unido, só em 2012, terá possibilidades de recuperar os níveis da economia de 2008. A situação é tão alarmante, que se a economia alcançar um desempenho em torno de 3,25% de crescimento anual no PIB, somente em 2031, alcançaria os níveis exelentes de 1998 à 2007. As perdas do PIB, de fato, tiveram um impacto muito forte nas finanças públicas.

Paises Que Compoem

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Sua deteriorização foi muito além da de quaisquer outros países mais ricos do mundo. Para Alistair Darling, Ministro da França, em seu discurso de pré-orçamento, afirmou ter se registrado, nos países mais ricos, até o terceiro trimestre, uma retração cumulativa de 3.2% nos EUA, 5,6%, na Alemanha, 5,9% na Itália, 7.7% no Japão e apenas 4,75% no Reino Unido. O problema de Como Vencer e resistir a Crise estaria relacionado ao impacto gerado na receita do Reino Unido, na qual, o setor financeiro exerce papel primordial no apoio ao consumo, nas transações de imóveis e lucros corporativos.

Paises

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Vulnerabilidade da economia

O setor financeiro do Reino Unido é apontado como o grande vilão da recessão, pois não menos do que um quarto da receita de impostos de pessoas jurídicas, provêm do setor financeiro, o que ocasionou uma perda de arrecadação com a crise, em torno de 26%. Além do efeito geral da recessão, o que mais ficou gravado, foi à vulnerabilidade da economia social Britânica em relação ao distúrbio do credito e ao colapso dos lucros a custo beneficio, nas empresas do setor financeiro, o que pode significar para o futuro, uma revisão nesses procedimentos. Mas o que o governo está pretendendo agora, é um arrocho fiscal estrutural de 5,49% do PIB, ao longo dos dois próximos mandatos parlamentares. Um terço desse percentual se espera obter através de mpostos mais altos e dois terços, através do corte de gastos. Mas o grande problema é que o arrocho previsto é pequeno demais e o nível de endividamento público muito alto, cerca de 60% do PIB, quase um Processo de Falência que vai exigir um Trabalho Duro por parte do governo, para solucionar a crise.

O Reino Unido

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Quais as perspectivas?

O Ministro das Finanças apresentou números gerais, evitando especificações mais claras e profundas. Só para se ter uma idéia por alto da gravidade do problema do Reino Unido, se os cortes previstos no plano de recuperação da economia, forem aplicados em sua íntegra, eles se elevarão a níveis superiores aos cortes efetuados em períodos de pós-guerra. É preciso, pois, que se Encontre o Erro, para que as escolhas a serem enfrentadas e discutidas começando por um entendimento para que as perdas sejam compartilhadas e não causem danos a pessoas. Fica a pergunta. Quais as perspectivas para o país na economia politica e social, em longo prazo? Com certeza, os políticos sérios, não vão se esquivar de responder.

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