Está ocorrendo de forma lenta, mas seguramente um setor extremamente importante e novo está tomando forma, com o potencial de transformar a economia global. Depois de anos sendo apenas uma fantasia dos ambientalistas, a produção comercial de biocombustíveis para a indústria mundial da aviação civil está lentamente se tornando um fato, com a produção iniciando em três continentes.
Tanto o Brasil quanto os Estados Unidos têm a produção de biocombustível viável na forma de etanol, no caso do Brasil derivado da cana de açúcar, e nos Estados Unidos, produzido a partir do milho.
Ironicamente, é o próprio sucesso desta produção nos Estados Unidos que irá limitar o crescimento a curto prazo de uma indústria de combustíveis alternativos renováveis, porque o lobby do etanol tem assegurado aos agricultores não só o recebimento de subsídios, mas também seguro de colheitas, bem como, nenhum dos quais está disponível para outros agricultores que desejam se envolver na produção de biocombustível a partir de camelina ou outras matérias-primas variadas.
