Vantagens e Desvantagens de Comprar por Consórcio ou Financiar

Sair da dependência do transporte público representa desejo de grande parte da população que não possui automotivo próprio. Porém, planejamento se faz necessário para que no futuro o dinheiro fique faltando para pagar outras contas importantes, como hipoteca da casa própria, por exemplo. Felizes são os compradores que possuem reservas financeiras disponíveis para pagar no ato e contar com descontos ou acessórios adicionais imperdíveis.

No consórcio existe a possibilidade de fazer maior economia para comprar imóveis, automóveis e outros bens. Porém, no financiamento é possível sair da loja com a chave do carro ou casa no bolso. Vantagens e desvantagens existem em quase todas as coisas na vida e as diferenças entre consórcio e financeira não escapam da regra.

Quando se compara as taxas médias de juros à cobrança e as taxas de administração dos consórcios se pode dizer que a segunda modalidade tem preço inferior no final das contas. Porém, a grande desvantagem no consórcio fica por conta da entrega do bem, que apenas acontece ao final do pagamento do plano. Poucas pessoas são sorteadas para recebem antes do previsto.

Necessário ficar com a atenção redobrada não apenas por conta dos juros como também no dinheiro que é levado ao longo dos meses. Por exemplo, em consórcios de sessenta meses pode não existir diferença significante entre as modalidades, o que pode servir como vantagem entre as pessoas que optam por financiar e recebem o bem antes de pagar a primeira parcela do montante devido à instituição que emprestou o dinheiro.

Casa Própria Vs. Carro

Existe a vantagem de não ter que esperar a espera da entrega. Por exemplo, quem mora de aluguel colocar nas contas os gastos e percebe que em grande parte das vezes vale a penas seguir para a casa própria do que pagar o aluguel e no final ficar sem nenhum bem.

Bem ou mal, governo apoia a construção e compras de casa própria por inúmeras razões, de sociais a econômicas. Por esse motivo, as possibilidades são múltiplas. Possível pagar em até trinta anos! Pode não soar bom negócio receber o imóvel apenas depois de cinco ou mais anos de pagamento.

Por outro lado, quem não está com pressa ganha bastante ao investir no consórcio da compra do carro próprio. Comércios de veículos são conhecidos por cobrar as maiores taxas de juro do mercado quando resolvem promover o pagamento parcelado. Quem tem a possibilidade deve investir nos planos ofertados pelas próprias montadoras.

Não se pode ignorar o fato de que após pagar oitenta meses por um bem se corre o risco de sofrer por conta da desvalorização e inflação de meia década. Porém, quem não está pensando em revender fica mais tranquilo ao investir no consórcio.

Dentro dos consórcios a entrega acontece por conta de sorteios e lances. Quem está com a mensalidade em dia pode participar do sorteio. Caso seja contemplado o (a) cliente recebe crédito para comprar o bem. Do contrário se faz dar um lance, sendo que as ofertas são sigilosas e a maior vence. Porém, cada consórcio possui regras distintas estabelecidas de acordo com as instituições financeiras. Por esse motivo que a ABAC recomenda ler o contrato por completo, com atenção também ao sistema de lance.

Movimentos dos Preços

Os consumidores precisam considerar as possibilidades de desvalorização e valorização. Em geral, os clientes de consórcios recebem carta de crédito com valor pré-determinado e corrigido de acordo com a inflação. Por esse motivo, os preços podem ter inflação ou deflação e por consequência o valor disponível não é suficiente para efetivar a compra.

De Olho na Selic

Quando existe perspectiva de alta na taxa básica de juros em termo econômicos o consórcio tende a ter maior desvantagem. Isso acontece porque o volume que se movimenta é menor do que nos empréstimos. Por exemplo, dos 3,6 milhões de automóveis leves licenciados no ano de 2011, cerca de 50% foram financiados e oito por cento de consórcio, conforme aponta os dados divulgados pela ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras).

Financiamentos de Carros: Características Gerais

À Vista: Chegou a hora de saber qual a principal forma de pagar. Pessoa que de repente ganharam uma alta quantidade de dinheiro (herança, loteria, entre outros acasos da vida), então se faz necessário optar por pagar a vista e contar com o máximo de desconto possível.

Financiamentos: Na modalidade as pessoas podem pagar a dívida em até trinta anos, método que traz vantagens por conta do longo prazo e desvantagens em virtude das viradas que acontecem na vida, afinal, em três décadas consiste em prazo longo. Tenha a certeza de que as quitações por mês cabem no bolso. Procure abrir conta poupança e injetar dinheiro para os momentos de crise. Tenha em mente de que quanto maior o prazo mais os juros podem aumentar a dívida.

Necessário ter em mente que o financiamento pode apresentar no máximo três prestações com atrasos. Quem usa o recurso do FGTS na modalidade pode quitar as primeiras cotas com 80%, ao passo que cotas restantes ficam disponíveis para pagar a mesma porcentagem de prestações a vencer que por ventura possam atrasar. Medida utilizada como espécie de reservas para pagamento das quitações dos próximos meses.

Imóveis ambicionados à aquisição podem ser adquiridos desde que estejam na região municipal da ocupação de trabalho ou de residência por pelo menos ou ano. Podem ser escolhidas zonas municipais limítrofes que integram a metrópole.

Consórcio: Interessante para quem deseja economizar. No entanto é necessário arcar com os gastos dos alugueis enquanto não acontecem os sorteios ou o final do pagamento no prazo combinado, o que também é longo conforme os planos escolhidos.

Quem deseja construir, comprar ou reformar o imóvel residencial ou comercial pode encontrar valores baixos quando solicitam os serviços da CAIXA ou Banco do Brasil, bancos federais e populares. Quem está interessado decide os valores a serem pagos na Carta de Crédito com parcelas que cabem no bolso. A taxa de administração está entre as melhores em níveis mercadológicos.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

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Categoria(s) do artigo:
Financiamento

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